quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

"Era uma vez..."

"Era uma vez..."
Quantas vezes não ouvimos estas palavras em criança, escutando com atenção as aventuras de uma princesa, ou fada, ou uma simples menina do campo, que superavam todas as dificuldades e no final "viviam felizes para sempre..."?
Eu adorava estas histórias, quer folheasse um qualquer livro, ou visse na televisão. Transportavam-me para aquele mundo mágico, onde tudo era possível, onde os finais eram sempre felizes e a menina sempre encontrava seu príncipe.
Mas cresci, e tive de passar por muitos maus momentos, alguns que só queria esquecer.
São esses momentos que me fazem escrever, não consigo falar a ninguém, o problema dos outros são sempre mais importantes.
Por isso, quem por acaso para por aqui e lê estes textos conhece melhor o qu penso que qualquer outra pessoa na minha vida.
Pensando nisso, até é engraçado, ou bastante deprimente...
Por vezes estou no café, ou nas aulas, ou num sítio qualquer, e vêm-me à cabeça momentos de quando era mais nova: consigo vê-los, ouvi-los. É como se fosse real...
Lembro-me de cores, cheiros, tudo o que se passava à minha volta.
São esses momentos que me mantém sã.
Um dia contarei a alguém. A um filho, a um amigo. Ou a um completo desconhecido...

sábado, 22 de novembro de 2008

Sem nexo...

Às vezes pergunto-me se tomo as decisões mais acertadas, e a maior parte das vezes concluo que toma as mais seguras, ou seja, aquelas que não trazem danos, mas também não trazem qualquer novidade.
Fico-me pelo lado cauteloso da vida. Sem precalços, sem aventuras...
Talvez seja o medo do desconhecido que não me deixa avançar, mas tenho um defeito terrível que é querer saber o resultado das experiências antes de as fazer. Quero ter a certeza do que vai acontecer, antes de dar qualquer passo, e isso é praticamente impossivel, e assim não faço nada!

Gostava de sair um dia à noite e apanhar uma bebedeira descomunal, só ver o quanto aguentava, mas tenho medo do que possa fazer em tal estado, então fico-me pelos sumos e água...
Sei que é um exemplo estúpido, mas é assim que penso.

A confusão em que me encontro é tal que já não escrevo nada de jeito!
Basicamente quero viver a Vida! Cair, levantar-me e continuar a andar.

Já o admiti.
Agora só falta vencer o Medo!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Desencontros

A vida é feita de desencontros...
Quantas vezes estamos no sitio exacto, mas no momento errado?
Às vezes desencontramo-nos apenas por minutos, por um acaso, por uma decisão de última hora, mas a verdade é que isso pode mudar muita coisa, para o bem, ou para o mal.

Ultimamente tenho tido muito desses desencontros.
Muitos mesmo...
Demais.
Às vezes até parece que é de propósito!
Mas sei que não é...
Como poderia ser?
Será um aviso do Destino?
Não acredito muito nisso, mas se calhar devia...

Já estou a pensar demais no assunto, como de costume...
Para apróxima trago um livro e já não penso no que não devo.
Só me tem trazido preocupações desnecessárias...

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

23 anos

Até parece que foi ontem que estava na "casa velha" e brincava com as minhas irmãs no sotão, por entre as vigas de madeira, as linhas de luz que passavam pelas telhas, o cheiro a mofo... Mas, apesar de tudo, não tinhamos preocupações, não faziamos ideia do que iria acontecer nos anos seguintes, tão longe e tão perto daqueles momentos de pura inocência...
Aé parece que foi ontem que era um Verão, e a casa do meu tio estava cheia de gente, a abarrotar, tanto que tive de dormir na sala, no sofé da parte de baixo, junto ao movél dos livros e CD's, ao lado da estante com a espada do Capitão. Como eramos tantos, dormi com o meu tio, e ele até brincou que eu dormia com os óculos para ver os sonhos mais nitidos. Mas o melhor foi acordar, ou melhor, ir acordando. E apesar das ladaínhas diárias das minhas tias, ficar aninhada junto ao meu tio, e sentir tal sensação de segurança, de que havia alguém que se preocupava comigo, que me ajudava, como nunca eu o consegui ajudar...
Até parece que foi ontem que tive de lhe dizer adeus, para sempre. Um adeus tão dificil que ainda hoje me é dificil pensar sequer naquele dia de tanto desespero, de tanta raiva, de tanto...tudo! Só queria acreditar que era um sonho e que logo iria acordar e aquilo por que passei não tardava a ser uma memória vaga de um pesadelo horrível...
Até parece que foi ontem e eu entrava na Faculdade, onde conheci pessoas que mudaram e mudam a minha vida, com pequenos pormenores, com momentos inesqueciveis, que só eu lembro e eles não se dão conta o quão importantes sãp para mim...
Até parece que foi ontem que conheci uma pessoa espectacular, que me faz rir, que me faz sentir bem. Só tenho pena de não o ver tantas vezes como desejava. Se calhar devia ligar-lhe... Talvez mais tarde...
Mais, só para o próximo ano, quando poderei escrever: "Até parece que foi ontem que era véspera do meu aniversário, e eu estava no Piolho a escrever disparates sobre o passado que só me faziam deprimir, mas agora tudo é melhor e tudo está bem!"
Espero que daqui a um ano a última parte seja verdade...

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Porto => "Piolho" => 13:17

by Richard Drew
Falta pouco menos de uma hora para se passarem sete anos desde o momento que mudou o mundo....
Lembro-me como se estivesse a vive-lo agora, mas apesar de todas as imagens, de todo o terror que todo o mundo viu, ainda me custa acreditar que aconteceu. Que centenas, milhares de pessoas morreram, simplesmente deixaram de existir.
Na passada terça-feira, na RTP2, passou um documentário sobre o atentado. Era sobre uma fotografia tirada a um homem que, consciente do seu terrivel destino, tomou a sua última decisão: decidiu como morrer. E assim, lançou-se num voo final de apenas dez segundos, testemunhados por centenas de pessoas, impotentes perante tal imagem, e imortalizadapor um fotógrafo que, num momento em que ninguém sabia o que fazer, fez a única coisa que sabia: fotografar.
E essa sequência de imagens que reflectem o desespero correram o mundo e são hoje aqui lembradas. Para que nunca caiam no esquecimento...

terça-feira, 1 de julho de 2008

Querido Nando...

Falam poucas semanas para se passar sete anos desde que foste embora...
Acredita em mim, não há um dia que passe e eu não pense em ti... O que pensarias tu disto ou daquilo? Será que ias gostar se eu fizesse determinada coisa, ou dirias que era má ideia?
De uma coisa tenho a certeza. Ias ter orgulho daquilo que sou hoje. Apesar de todas as falhas e alguns contratempos... Pelo menos, gosto de pensar assim... Faz-me querer ser melhor... Faz-me acreditar que continuas a olhar por mim...
Nunca te disse, mas contigo sentia-me segura. Agora é como se existisse um precipício que me separa do resto do mundo, e não existe ninguém que me dê a mão e me ajude a ultrapassa-lo...
Eu sei porque nunca te disse. Sempre pensei que teria todo o tempo para to demonstrar, mas esse tempo acabou tão abruptamente, que nem houve tempo para uma despedida...

Desculpa.
Desculpa nunca te ter dito como és importante para mim.
Desculpa não ter estado mais tempo contigo.
Desculpa por ter medo.

Se calhar ficaste sem forças....
Ou talvez simplesmente desististe...
Não acredito!
Tu sempre foste corajoso, mas talvez desta vez isso não fosse suficiente...

Eu sei que é estúpido, mas às vezes dou comigo a chorar, ao fim deste tempo todo, só porque alguém me faz lembrar de ti, ou me lembro-me de como gostava de ficar aninhada o teu lado e sentir-me tão protegida...
Gostava que houvesse um meio para falar contigo. Contar-te tudo.
Contar-te todas as histórias da faculdade, dos amigos, da Tuna... Eu sei que te ias rir se um dia, há sete anos, te dissesse que iria entrar para uma tuna, cantar e tocar diante de tanta gente...
Mas a vida dá destas voltas...
Eu também nunca pensei que um dia ia ter de te escrever assim estas palavras, sabendo que nunca hei-de obter resposta...
Mas para mim é importante...

Bem, por hoje tenho de ir. Já está tarde e tu sabes como sou preguiçosa para acordar...

Um beijo enorme cheio de carinho e saudades da tua sobrinha que te adora ******

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Muse "Feeling good"

"It's a new dawn

it's a new day

it's a new life for me...

And I'm feeling good..."

quarta-feira, 25 de junho de 2008

terça-feira, 20 de maio de 2008

Jardim Botânico






Aqui fica algumas das fotos que tirei no Jardim Botânico.

Não estão grande coisa, mas melhor mesmo é vê-las ao vivo...

Doidices II

18:37
Sabe bem poder sentar na esplanada e desfrutar da vista depois de um dia como este...
Isto de dormir três horas e correr para apanhar o comboio tem de acabar.
Mas fora o cansaço, hoje foi um dia bom. Ver o Sol nascer por detrás das pontes que atravessam o Douro, sentir a brisa tocar suavemente no rosto entorpecido pelo sono... Até a aula, que costuma ser uma seca, foi interessante (o facto do professor saber dar aulas ajuda um pouco).
Mas o melhor momento foi depois... Munida de máquina fotográfica passei o resto da manhã a fotografar pedaços do Jardim Botânico.
Não sei se choveu ou as flores ainda guardavam o orvalho, mas estavam com um brilho diferente...
As suaves pinceladas de cor nas pétalas faziam descobrir tons do arco-íris impossíveis de reproduzir pela mão humana. O brilho do Sol reflectido nas gotas de água guardadas nas folhas viçosas que despontavam, como crianças que espreitam por entre a escuridão das mais velhas...
Apesar da vontade de continuar a contemplar tal quadro ser muita, a cabeça começa a dar sinais de fraqueza. Para a próxima tenho que me lembrar de levar uma peça de fruta.
O café já está frio, já comi a nata, agora é hora de voltar a casa e preparar para o ensaio.
Mais um dia passou, mais memórias guardadas, para mais tarde recordar...

domingo, 18 de maio de 2008

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Nestas últimas semanas andei um pouco desligada do blog, mas por uma boa razão.
Na semana passada foi a Queima das Fitas, e foi um Espectáculo!!
Apesar do trabalho para construir a barraca, e ainda trabalhar lá, aturar todo o tipo de bebedeiras, foi a melhor Queima!!
No entanto, nem tudo na Queima são alegrias e brincadeiras… Também há momentos de tristeza e saudade, quando vemos os finalistas descer a escadaria e saber que para o próximo ano muito provavelmente não os vamos ver. Saber que vamos deixar de conviver com alguém que nos transmitiu algo que vamos lembrar por muito tempo.
Devo dizer que para mim fio muito triste. É um capítulo que se fecha, um novo ciclo começa…
Vê-lo ali, de cartola e bengala, e saber que vou deixar de estar com ele, só isso dá uma sensação de final, de que assim acaba o que nem começou…
Eu sei que é um pouco “teenager” e lamechas pensar assim, mas não consigo evitar. Por enquanto quero aproveitar todos os momentos, guardar todos os risos e conversas, todas as imagens e sensações, para, quando um dia sentir falta, lembrar como é óptima a sua companhia, como me faz rir quando não estou bem, como me consegue irritar, mas não se pode ficar zangada com ele por muito tempo .
Coisas assim…

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Juanes "Nada valgo sin ti amor"

"...Por eso yo quiero

Que en mi mente siempre

Tu cariño esté bien fuerte..."

terça-feira, 22 de abril de 2008

Porquê mudar? Porquê esperar por algo que não vai acontecer? Para quê falar?
Simplesmente não vale a pena... Não vai mudar nada se mais alguém souber. Vai ser isso mesmo: só mais uma pessoa que sabe. Não pode alterar o curso da história. Não aquece nem arrefece...

Isso era o que eu pensava...

Falar faz bem. Ninguém aguenta tanto tempo sem partilhar o que lhe vai na alma. Eu já aguentei tempo demais, já ouvi demais, já me preocupei demais. Preciso de alguém que se preocupe comigo. Que me ouça...
Já encontrei...
Agora só falta o mais dificil...

segunda-feira, 21 de abril de 2008

The Pixies "Here Comes Your Man"

Palavras pra quê? O "nah, nah, nah, nah ,nah" é que é fixolas :):)

domingo, 20 de abril de 2008

Nick Cave "Into my arms"





"And I don't believe in the existence of angels
But looking at you I wonder if that's true..."

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Imagens...

Na passada terça-feira lembrei-me e fui dar uma volta até à Ribeira. Então aproveitei e tirei uma fotos... A qualidade náo é muito boa, mas a vista é linda....








sábado, 12 de abril de 2008

Marco Masini "Principessa"


Um amigo tinha esta música no leitor de mp3, e desde que ouvi fiquei rendida a este italiano...

Sou muito lamechas... :)


"Não há comparação

entre o que se perde por fracassar

e o que se perde por não tentar..."


Francis Bacon

terça-feira, 8 de abril de 2008

Doidices...

Neste preciso momento estou numa esplanada em frente à estação de comboios de S. Bento. Tinha uma aula, mas o professor decidiu baldar-se e então fiquei com duas horas sem nada pra fazer, por isso decidi vir aqui.
Gosto deste lugar... Posso ver as pessoas que chegam ou vão partir e imaino pequenas histórias sobre elas. Desde pequena que tenho esta mania... Olho em redor e tento ver quem parece diferente do resto da multidão.
Por exemplo, olho para um grupo de quatro amigos (penso eu) e estão três a conversar, mas um parece um pouco ansioso por sair dali. Não presta arenção ao que os outros falam e olha nervosamente em redor, como que procurasse uma saida de emergência, onde pode ser ele próprio, sem ter de “seguir a corrente” ou calar-se para não ir contra a vontade do grupo…
Ou então noto num homem que corre para a estação. Já está atrasado para o comboio, talvez não o apanhe. Está cansado do trabalho, tem saudades de passar uma tarde sossegada com os filhos, como quando eram pequenos. Talvez perder o comboio não seja má ideia, por isso abranda o ritmo e resolve esperar pelo próximo. Enquanto espera, acalma os pensamentos e talvez compre uma flor, uma qualquer, só para pòr um sorriso na cara da sua mulher. É uma boa maneira de lhe dizer o quanto ela é importante.
Por hoje acabaram-se as histórias. Está a ficar frio.
Talvez possam pensar que sou uma doida ou bisbilhoteira, ou as duas, mas pensar em histórias de outras pessoas faz-me esquecer um pouco a minha, ou então ver que não estou assim táo mal...
(Texto escrito a 31/03/08)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Damien Rice: "The blower´s daughter"



"I can´t take my eyes off of you..."

Há amores assim...



"Se tu fores o meu final, eu serei o teu começo..."

domingo, 30 de março de 2008

Eu sou assim...

Se ainda ninguém deu conta, eu sou uma romântica incurável. Mas pelos vistos há uma razão muito boa pra isso: segundo uma amiga que é entendida em astrologia o facto de ser Balança faz-me ser assim… Não sei se está cientificamente provado, mas quase todas as características apontadas aos nativos de Balança se encaixam na minha pessoa. Por exemplo, como já disse, sou uma romântica até mais não, indecisa, segundo a Rubina, e tem uma certa razão, se bem que acho que sou mais cautelosa, gosto de fazer as coisas quando tenho a certeza que não vai dar barraca…
Não tenho a certeza se os astros me influenciam assim tanto, mas tornou-se um hábito quase diário ver o horóscopo do "Metro" e do "Destak", e ainda me arrancam algumas gargalhadas à conta dos disparates que lá escrevem. Por eles já tinha encontrado o homem ideal, estava casada, mas se não houvesse diálogo havia hipótese de ruptura, pelo meio tenho constipaçoes e perco imenso dinheiro em ninharias mas ganho na Bolsa :):) Coisas assim...

sexta-feira, 28 de março de 2008

De regresso a casa...

Escrevo estas linhas enquanto espero que o comboio comece a viagem que me leva de volta a casa. A casa onde, apesar de todos os problemas, encontro paz e conforto...
Adoro chegar a casa e dar um longo abraço à minha mãe, ouvir o "Chegaste!!" entusiasmado do meu irmão enquanto corre para mim, apesar de passarmos o tempo todo às turras.
Vou todos (ou quase) os fins-de-semana a casa, mas mesmo assimsinto falta de ter gente em casa, as vozes, os risos, os amuos, as guerras com a minha irmã, pra ver quam manda no comando (que ela ganha quase sempre :) ) ...
No entanto, também gosto de voltar ao Porto, estar com os meus amigos, com ele...
Gosto especialmente de chegar por volta do pôr-do-sol e posso ver as cores do Sol reflectidas nas águas do Douro... Lindo

quinta-feira, 27 de março de 2008



"Sabe bem ter-te por perto..."

Saudades...



Há algum tempo que me vem à lembrança de como era bom viver perto do mar. Sentir a brisa tocar levemente na cara com aquele cheiro salino. Ver as ondas baterem sobre as rochas, desfazendo-se em espuma branca que se vai desvanecendo. Contemplar as cores da água enquanto o Sol se vai deitando no manto azul, escondendo-se até ao dia seguinte. Lembrar momentos mágicos enquanto a Lua reflecte o seu brilho no breu cristalino…
De tudo isto tenho saudades…

domingo, 16 de março de 2008

Segundos preciosos...




Às vezes dou por mim a rir, só porque me apetece, só porque, por momentos, tenho a sensação que tudo vai correr bem :):) E às vezes até corre, e são esses momentos que gosto de recordar...


Gosto de recordar aqueles segundos onde só existimos nós os dois, mesmo que nao dês conta, que não te passe pela cabeça, nem mesmo por um segundo... Mas esses segundos perduram por dias, quando me lembro do que passou, do que poderia ter acontecido se fizesse isto ou aquilo. No entanto, nada faço. Porquê? Não sei... Ou melhor, sei. Não quero arriscar perder as tuas gargalhadas, o teu olhar, a paciência que tens para me ensinar a jogar xadrez. Dizes que sou muito distraida. Adivinha porquê?

Mas mais que tudo, não te quero perder, embora saiba que não me és nada (amigo, talvez...), enfim, não quero perder a oportunidade de ver, nem que seja apenas durante poucos segundos...








sexta-feira, 14 de março de 2008

É bom...

O último post foi um pouco deprimente... Deve ser da lua... Às vezes dá-me pra isso, mas já passou...

Esta última semana correu-me bastante bem, por acaso, apesar do cansaço. Especialmente porque pude estar algum tempo com aquela pessoa. Aquela mesmo, que quando vemos parece que temos mil borboletas a voar dentro da barriga, ou que andamos a cheirar pó que faz rir, e nunca se consegue desviar os olhos dele, por muito que se queira disfarçar...
É tão bom estar assim....

quinta-feira, 6 de março de 2008

Dias assim...

Quando penso em tudo o que poderia fazer, é como se nada me pudesse parar… Sou uma super-mulher, nem que por um segundo apenas, mas sou eu, sem máscaras, sem medos… Sem ninguém que me diga que estou errada, que estou no caminho errado…


Já estou no caminho errado há tanto tempo que já me habituei aos contratempos. Já não quero saber de nada! Agora é andar pra frente! Não vou estar à espera da aprovação de outros para viver!


domingo, 2 de março de 2008

Para ti...

"Chuva" de Mariza

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir


São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade

Meraviglioso giorni



Porque tudo pode ser maravilhoso...
Se olharmos com atenção para as pequenas surpresas que a vida traz...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Dias estúpidos...

Há dias em que só me apetece bater em alguém! Descarregar toda a furia!!


Mas já me disseram que tenho que ter calma. Segundo um amigo, cada vez que me apetecer dar murros e pontapés, dar um beijinho... Segundo ele, a pessoa vai ficar tão admirada que já não chateia mais...

É claro que nunca cheguei a vias de facto, até porque não gosto de confusões...



Vendo bem, eu até sou muito calma, à parte de algumas explosões, que são logo acalmadas quando sinto que todos os olhares da sala estão virados para mim. Detesto isso...



Há uns dias fizeram uma brincadeira comiga na faculdade e toda a gente ficou a olhar para mim. Senti que tinha uma daquelas setas de néon a apontar para mim! Que vergonha...

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O Primeiro Dia...

Hoje deu-ma pra isto...

Pensei para os meus botões, que por acaso não são muitos, já que todo o mundo tem um blog, por que não hei-de eu de ter um também?

Mas basicamente, apesar de nao prever muitas visitas, isto vai ser tipo um diário, onde posso "deitar tudo cá pra fora", sem medo, sem censura...